espaço para devaneios, disparates, desvarios, desejos, insanidades momentaneas, estados de espirito, rascunhos, meras palavras que formam o esboço de qualquer coisa a que um dia decidi chamar blog.
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12 janeiro 2012
11 maio 2011
you could see me reaching, so why couldn't you have met me half way?
you could see me bleeding.. and you would not put pressure on the wound.
you only think about yourself..
you only think about yourself.
you better bend before I go on the first train to Mexico.
you could see me breathing and you still kept your hand over my mouth.
you could feel me seething, but you just turned your nose up in the air.
you only think about yourself..
you only think about yourself.
you better bend before I go on the first train to Mexico.
o CD estava arrumado esquecidamente numa das prateleiras do meu móvel. e lembrei-me de voltar a escutar. já percebi porque não gosto de mexer em coisas que têm pó.
tudo tem um tempo e este já não me pertence.
you could see me bleeding.. and you would not put pressure on the wound.
you only think about yourself..
you only think about yourself.
you better bend before I go on the first train to Mexico.
you could see me breathing and you still kept your hand over my mouth.
you could feel me seething, but you just turned your nose up in the air.
you only think about yourself..
you only think about yourself.
you better bend before I go on the first train to Mexico.
o CD estava arrumado esquecidamente numa das prateleiras do meu móvel. e lembrei-me de voltar a escutar. já percebi porque não gosto de mexer em coisas que têm pó.
tudo tem um tempo e este já não me pertence.
08 maio 2011
27 abril 2011
descrença
"I’m sorry if my atheism offends you. but guess what – your religious wars, jihads, crusades, inquisitions, censoring of free speech, brainwashing of children, murdering of albinos, forcing girls into underage marriages, female genital mutilation, stoning, pederasty, homophobia, and rejection of science and reason offends me. so I guess we’re even.”
(Mike Treder)
(Mike Treder)
25 abril 2011
revolução/evolução
não me vou alongar neste texto, mas acho que as datas são coisas bonitas de lembrar. porque é bom ter memória. e guardar a história dos acontecimentos apesar de não a termos vivido.
porque hoje é o 37º aniversário de um 25 de abril.
um até sempre camaradas. sejam felizes.
esqueçam o "folclore" imbecil à volta deste formato televisivo em que o publico quase que fode a música com as palmas forçadas e fora de tempo, e ouçam só a voz deste senhor. o audio vale muito a pena. a CANÇÃO.
porque hoje é o 37º aniversário de um 25 de abril.
um até sempre camaradas. sejam felizes.
esqueçam o "folclore" imbecil à volta deste formato televisivo em que o publico quase que fode a música com as palmas forçadas e fora de tempo, e ouçam só a voz deste senhor. o audio vale muito a pena. a CANÇÃO.
13 abril 2011
eternamente hoje
de tudo o que me faz pensar há uma coisa que me atropela a cabeça: a idade. não a minha, mas a deles.
posso tê-los agora, e abraçá-los com a carne que me deram, mas e depois? vejo-lhes os anos na pele e a pele dá-me saudades. saudades do que não vou ter.
é a lei da vida, bem o sei, e é o que todos dizem assim como todas as frases feitas que pregarem nas paredes.
eu sei que o é. mas visto daqui, dos meus olhos, não envelheceram.
é a lei da vida, bem o sei, e é o que todos dizem assim como todas as frases feitas que pregarem nas paredes.
eu sei que o é. mas visto daqui, dos meus olhos, não envelheceram.
quero lembrar o meu avô a ficar envergonhado quando balbucia no seu jeito acanhado um "gosto muito de ti filha, agora vai lá indo pra cima antes que fique escuro", eu lhe dou um beijo na testa e me cabe a mim agora a tarefa de lhe compôr a manta pra que não passe frio; e chego ao fundo do corredor, abro a porta e olho pra trás mais uma vez e o vejo lá ao longe.. e lhe aceno do lado de cá, fechando depois a porta e suspirando fundo pra espantar as lágrimas.
tenho eternas saudades da minha avó quando dizia com gotas de amor a marcar passo nos olhos "gosto muito de ti sofya, nunca te esqueças disso". -- nunca te esqueças disso.. e eu não esqueci.
as memórias não são de carne, são de lágrimas.. e essas custam mais a abraçar.a palavra neto é patente deles. -- quando a dizem é como se uma manta nos protegesse o coração até cima. depois fica só o coração e a manta enrolada aos pés.podemos sempre puxá-la, mas nunca mais vai tapar tudo.
há qualquer coisa que rasga cá dentro, eu bem disse.
e não, nunca me esquecerei disso.
e não, nunca me esquecerei disso.
o estármos todos juntos numa mesma casa era o tempo em que se era feliz e não se tinha essa noção. nem sequer paravamos pra pensar o que era isso da felicidade, porque éramos demasiado pequenos pra o entender, mas essa sensação feliz de calor humano, de uma casa cheia e estórias do mundo dos adultos e do mundo dos livros que nos pasmavam e faziam sonhar foi um tempo que se cristalizou pra sempre.
com o passar do tempo aos poucos a casa foi ficando vazia.. as crianças que éramos deixaram de existir porque o tempo passou e de repente já somos adultos também.
e as mesmas estórias ficam guardadas pra sempre na nossa memória.
e tudo isso dá lugar á saudade, mesmo que as mesmas estórias possam ser revisitadas num abrir de album de fotografias, numa recordação breve de um episódio qualquer 'tu-lembraste-quando-um-dia..'
apetece deixar cair uma pedra na roda dentada e parar tudo.
a assobiar, para não ter de prestar contas.
a assobiar, para não ter de prestar contas.
03 novembro 2009
as primeiras chuvas
lembra-se de quando era pequena..
de quando tinha de se pôr em bicos de pés para chegar às prateleiras mais altas..
de quando esticava os braços para alcançar o chocolate e ia a correr comê-lo para o quarto da avó, com a cabeça encostada ao vidro, a ver a chuva cair lá fora.
esborrachava o chocolate na mão enquanto esperava ouvir a voz da mãe a apressá-la para o mundo lá fora: "despacha-te, tenho de te levar à escola antes que volte a chover.. vai calçar as galochas e pentear esse cabelo".
a casa cheirava sempre a torradas e ela não queria ir para a escola.
preferia ficar ali a comer chocolates e a ouvir as histórias que a avó inventava. deitava a cabeça no colo dela e deixava-se ir por cada palavra que ela lhe contava.. e sabia-lhe bem.
mas agora está já de mão dada com a mãe e descem a rua rumo à escola.
ela vai olhando para o chão.. as galochas encharcadas.. a barra da saia já molhada e uns pingos que lhe caem pela franja rumo ao nariz.
"mais logo a mãe passa aqui a buscar-te.. vá, da-me um beijo e entra.."
seguiu para dentro da escola.
pelo caminho outros meninos passam, também eles com a roupa molhada da chuva..
ela deixa-se ficar com a cabeça encostada ao vidro da entrada, a esborrachar o chocolate na mão ainda pequena, e a ver a chuva a descer a rua.
de quando tinha de se pôr em bicos de pés para chegar às prateleiras mais altas..
de quando esticava os braços para alcançar o chocolate e ia a correr comê-lo para o quarto da avó, com a cabeça encostada ao vidro, a ver a chuva cair lá fora.
esborrachava o chocolate na mão enquanto esperava ouvir a voz da mãe a apressá-la para o mundo lá fora: "despacha-te, tenho de te levar à escola antes que volte a chover.. vai calçar as galochas e pentear esse cabelo".
a casa cheirava sempre a torradas e ela não queria ir para a escola.
preferia ficar ali a comer chocolates e a ouvir as histórias que a avó inventava. deitava a cabeça no colo dela e deixava-se ir por cada palavra que ela lhe contava.. e sabia-lhe bem.
mas agora está já de mão dada com a mãe e descem a rua rumo à escola.
ela vai olhando para o chão.. as galochas encharcadas.. a barra da saia já molhada e uns pingos que lhe caem pela franja rumo ao nariz.
"mais logo a mãe passa aqui a buscar-te.. vá, da-me um beijo e entra.."
seguiu para dentro da escola.
pelo caminho outros meninos passam, também eles com a roupa molhada da chuva..
ela deixa-se ficar com a cabeça encostada ao vidro da entrada, a esborrachar o chocolate na mão ainda pequena, e a ver a chuva a descer a rua.
08 dezembro 2008
as pessoas, as palavras, o mundo e o mundo das palavras
obrigada maravilhoso mundo do youtube por me dares a ouvir exactamente o que eu queria e no exacto momento em que precisava.
esta música já tem uns bons aninhos, mas continua a arrepiar-me como da primeira vez que a ouvi.
Paul Weller - You do Something to me
e como estava indecisa quanto às versões, aqui fica outra (mais do mesmo).
porquê? -- porque sim, porque o blog é meu e quem não quiser ouvir a musica não é obrigado a tal mas pronto, é pena porque é uma bela musica.
You do something to me - something deep inside
I'm hanging on the wire - for a love I'll never find
You do something wonderful - then chase it all away
Mixing my emotions - that throws me back again
Hanging on the wire, I'm waiting for the change
I'm dancing through the fire, just to catch a flame - and feel real again
You do something to me - somewhere deep inside
I'm hoping to get close to - a peace I cannot find
Dancing through the fire - just to catch a flame
Just to get close to, just close enough - to tell you that...
You do something to me - something deep inside
esta música já tem uns bons aninhos, mas continua a arrepiar-me como da primeira vez que a ouvi.
Paul Weller - You do Something to me
e como estava indecisa quanto às versões, aqui fica outra (mais do mesmo).
porquê? -- porque sim, porque o blog é meu e quem não quiser ouvir a musica não é obrigado a tal mas pronto, é pena porque é uma bela musica.
You do something to me - something deep inside
I'm hanging on the wire - for a love I'll never find
You do something wonderful - then chase it all away
Mixing my emotions - that throws me back again
Hanging on the wire, I'm waiting for the change
I'm dancing through the fire, just to catch a flame - and feel real again
You do something to me - somewhere deep inside
I'm hoping to get close to - a peace I cannot find
Dancing through the fire - just to catch a flame
Just to get close to, just close enough - to tell you that...
You do something to me - something deep inside
11 novembro 2008
é hoje!! II
SIGUR RÓS
por favor.. este youtube é pra ser ouvido até ao ultimo segundo.
viagem á terra dos sonhos.. com um bilhete só de ida por favor.
01 novembro 2008
on and on
David Fonseca - Haunted Home (live)
eu adoro o David Fonseca.
desde que quase à 10 anos surgiram os Silence 4 e me vi a comprar os cds e a cantar as letras todas e a achar "isto é qualquer coisa".
sim. ele é um homem extremamente bonito, mas isso qualquer pessoa com falta de vistinha chegaria a essa brilhante conclusão, por isso foquemo-nos no que é realmente importante: que este senhor tem voz, tem letras brutais e tudo reunido faz com que resultem em músicas que cativam, alegram, fazem dançar, reflectir, simplesmente rever filmes dentro da nossa cabeça.. transportar para cenários que tomamos como sendo nossos.
e a música é isso mesmo.. um vínculo de emoções e espero emocionar-me próxima segunda.
faltam 9 dias!!!! espero eu bem que sim!! =)
David Fonseca no Casino.. (sim é isso mesmo Arya!!)
let's dance like we were sixteen!!! ;)
18 maio 2008
06 maio 2008
uma semana depois..
faz hoje uma semana que assisti ao concerto que andava a ansiar à tanto.. Jose Gonzalez.
a verdade é que ainda hoje me bate a sensação de ter assistido a momentos mágicos, ali, numa aula magna pequena demais face a uma grandiosidade simples, pura, feita de sons acústicos que enchiam aquele espaço e o coração de quem presenciou o mesmo que eu.
foi bom.
aquela música trouxe consigo o sabor do silêncio, de palavras por vezes murmuradas e frases simples que ganham vida com os acordes arrancados tímida e decididamente.
intimista seria a palavra certa para definir aquelas 2 horas.
e certamente pra recordar por muito tempo.
obrigado Jose!
aqui fica o alinhamento da viagem musical..
Deadweight On Velventeen (e lá começa..)
Hints (simplesmente brutal!!)
Fold (ainda não lhe tinha dado a devida atenção..)
All You Deliver
Stay In The Shade (sem palavras!)
In Our Nature (tem embalo..)
How Low
The Nest
Lovestain (palmas a acompanhar.. lindo!)
Remain
Down The Line (bater o pé até á exaustão!)
Heartbeats (frágil e tão forte..)
Crosses (o momento..)
Broken Arrows
Cycling Trivialities (comecei a adorar esta música..)
Teardrop (a boa surpresa, ao vivo funciona bem melhor!)
Abram
Time To Send Someone Away
Down The Hillside (não conhecia, foi uma boa descoberta)
Hand On Your Heart (inesperadamente, lá se sai com uma destas..)
Small Town Boy
*
e o concerto termina e apetecia-me bem mais umas 2 horas..
porque será que tudo o que é bom termina tão depressa?
a verdade é que ainda hoje me bate a sensação de ter assistido a momentos mágicos, ali, numa aula magna pequena demais face a uma grandiosidade simples, pura, feita de sons acústicos que enchiam aquele espaço e o coração de quem presenciou o mesmo que eu.
foi bom.
aquela música trouxe consigo o sabor do silêncio, de palavras por vezes murmuradas e frases simples que ganham vida com os acordes arrancados tímida e decididamente.
intimista seria a palavra certa para definir aquelas 2 horas.
e certamente pra recordar por muito tempo.
obrigado Jose!
aqui fica o alinhamento da viagem musical..
Deadweight On Velventeen (e lá começa..)
Hints (simplesmente brutal!!)
Fold (ainda não lhe tinha dado a devida atenção..)
All You Deliver
Stay In The Shade (sem palavras!)
In Our Nature (tem embalo..)
How Low
The Nest
Lovestain (palmas a acompanhar.. lindo!)
Remain
Down The Line (bater o pé até á exaustão!)
Heartbeats (frágil e tão forte..)
Crosses (o momento..)
Broken Arrows
Cycling Trivialities (comecei a adorar esta música..)
Teardrop (a boa surpresa, ao vivo funciona bem melhor!)
Abram
Time To Send Someone Away
Down The Hillside (não conhecia, foi uma boa descoberta)
Hand On Your Heart (inesperadamente, lá se sai com uma destas..)
Small Town Boy
*
e o concerto termina e apetecia-me bem mais umas 2 horas..
porque será que tudo o que é bom termina tão depressa?
06 abril 2008
escrita com luz

são diversas formas de ver uma mesma coisa..
diferentes histórias que podemos imaginar.
é tudo o que se pode imaginar para lá do que o nosso olhar capta.
Etta James - At last.mp3
25 março 2008
tenho encontro marcado sem tempo nem lugar
"Quando te encontrar sei que tudo se iluminará
Reconhecerei em ti meu amor, a minha eternidade
É que na verdade a saudade já me invade
Mesmo antes de te alcançar
É a sede que me mata
Ao sentir o rio abraçar o mar"
Reconhecerei em ti meu amor, a minha eternidade
É que na verdade a saudade já me invade
Mesmo antes de te alcançar
É a sede que me mata
Ao sentir o rio abraçar o mar"
22 dezembro 2007
28 agosto 2007
come here...
Come here. Come here.
No I'm not impossible to touch
I have never wanted you so much.
Come here. Come here.
Have I never laid down by your side.
Baby, let's forget about this pride.
Come here. Come here.
[Before Sunrise] Kath Bloom - Come Here
A waltz for a night [Before Sunset]
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my thoughts
Let me sing you a waltz about this one night stand
You were, for me, that night everything I always dreamt of in life
But now you're gone, you are far gone
All the way to your island of rain
I don't care what they say
I know what you meant for me that day
You meant for me much more than anyone I've met before
One single night with you, is worth a thousand with anybody
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my blues
Let me sing you a waltz
About this lovely one night stand
No I'm not impossible to touch
I have never wanted you so much.
Come here. Come here.
Have I never laid down by your side.
Baby, let's forget about this pride.
Come here. Come here.
[Before Sunrise] Kath Bloom - Come Here
A waltz for a night [Before Sunset]
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my thoughts
Let me sing you a waltz about this one night stand
You were, for me, that night everything I always dreamt of in life
But now you're gone, you are far gone
All the way to your island of rain
I don't care what they say
I know what you meant for me that day
You meant for me much more than anyone I've met before
One single night with you, is worth a thousand with anybody
Let me sing you a waltz
Out of nowhere, out of my blues
Let me sing you a waltz
About this lovely one night stand
29 julho 2007
21 julho 2007
nascida a 22 de Julho

primeiramente, é bom avisar que este post deve ser lido como sendo já dia 22.. é que vendo bem era capaz de fazer mais sentido.
feito o aviso, prossigamos! estou prestes a fazer um verdadeiro acto de puro egocentrismo..
este post agora é centrado numa certa personagem estranha, complexa, teimosa, aluada e de terrivel mau feitio que veio ao mundo no ano da graga de 1980, num dia quente de Julho... faz hoje 27 anos.
ou seja: EU! (acho que já tinham chegado lá.. não?)
e já passaram 27 anos de vida: muito tempo.. tempo esse que passou a correr, acho que só dou conta aí de uns 13 ou 15 anos.. os outros foram chegando de mansinho entre brincadeiras e coisas sérias, momentos felizes e tristes, tropeções e erros, choros e gargalhadas, entre a chegada e a partida de pessoas com as quais me cruzei ao longo deste tempo de vida.
são muitas recordações e agora me apercebo que passaramm dias e dias em que não as revivi, estiveram escondidas e empoeiradas no baú das recordações, e agora quando penso nelas emocionam-me.
não as consigo descrever por palavras.. são como flashes que vão passando diante dos olhos, como um filme do qual sou a personagem principal e não sei as falas seguintes, apenas as que já disse.
à pouco estava aqui sentada em frente ao pc e comecei a pensar no dia em que fiz 8 anos e nesse aniversário em especifico fui com os meus pais e mais uma data de amigos que na altura eram igualmente uns putos traquinas à feira popular.. e aquilo era algo de supremo: a combinação mágica de luzes, sons em altos berros, doces e mais doces: algodão doce, pipocas, carrinhos de choque e montanha russa da qual tinha medo e não tinha idade para andar.. e o comboio fantasma que me fazia ter medo e querer ir percorrer aqueles carris.
a ultima vez que lá andei desfez-se o "mito", nunca mais senti aqueles arrepios de medo/excitação que me causava e aí percebi: não sou mais criança. the end.
mas bom, os anos passam.. e espero que continuem a passar.. seria bom sinal :)
e apesar de não gostar grandemente da sensação do "este é o teu dia, estás na 'ribalta'..", pois a verdade é que hoje não haverá feira popular nem comboio fantasma.. talvez umas pipocas e o reencontro com o algodão doce da idade da inocência.
este é o meu dia.. e o vosso também ;)
um bom dia a todos vós!! que o façam ser também especial de alguma forma.
humm.. desconfio que este foi um dos meus posts mais pessoais. não vou reler o que escrevi se tiver erros pois desculpai esta pobre alma ^^
(aos meus pais... e à minha avó e tia-avò.. miss you so much)
S*
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